Até mesmo a oposição
No debate de ontem, pela Bandeirantes, todos queriam ser candidato pelo sistema que apoia - e tem apoio - do presidente Lula. Com aprovação pessoal acima do 90% em toda nossa região, sendo no RN uma das maiores, Lula aparece como o grande formador de opinião nestas eleições, mas não para por aí.
A população tem demonstrado compreender o significado mais amplo do governo Lula, o projeto nacional-desenvolvimentista, o projeto de inclusão social e fortalecimento do mercado interno, que levou o Brasil ao êxito em todas as áreas, da educação à economia, do crescimento do PIB à elevação do salário mínimo.
O que também não foi nenhuma novidade é que mesmo a candidata do DEM - partido de Índio da Costa, vice de Serra - fugiu como pode de associar ao desgastado tucano em tentativa de interromper o ciclo de desenvolvimento nacional inaugurado pelos 8 anos de governo popular e democrático.
Geólogo, Mestre em Gestão de empresas, botafoguense, palmeirense, esposo da Gerte Rídia e pai de Ana Paula, Letícia e Ramon. Após 32 anos como geofísico na Petrobras, dedico-me a uma paixão profissional que é a consultoria em GESTÃO DE PROJETOS. Aqui mostro o quanto minha experiência e formação profissional, aliadas às lições extraídas do livro "OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES" de Stephen Covey e da Fundação Franklin Covey ajudam organizações, empresas e pessoas a obter sucesso.
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Guerra dos números - pra onde vão agora?
Na longa série Guerra dos números, temos debatido a insistência de certo órgão da imprensa e seu instituto de pesquisas em manter Serra à frente, ou ao menos próximo, de Dilma nas aferições que publica.
Na mais recente ainda deram 1% de vantagem ao tucano quando todos os demais institutos colocam Dilma com uma dianteira cada vez maior na intenção do eleitorado. Agora, o instituto Sensus acaba de publicar nova pesquisa, que confirmando as tendências, dá à Dilma mais de 41% das intenções de voto. Serra aparece 10 pontos atrás.
Por maior que sejam as margens de erro dos institutos de pesquisa, 10 pontos percentuais é ponto vencer campeonato de pontos corridos. Como o Datafolha ainda insiste em apresentar Serra à frente?
O que acontece nesta eleição, que talvez muita gente ainda não tenha percebido, é que a eleição de Dilma muda tudo. Primeiro, as elites não quiseram crer na vitória de Lula. Depois se dedicaram a duvidar de seu êxito. Uma vez que o governo Lula alcançou patamares inéditos de aprovação na história do país, devotaram esse êxito ao carisma do presidente, alardeando que não havia um projeto duradouro, chegaram a insinuar que Lula mudaria a constituição - como fez certo Fernando - pra disputar novamente a presidência, porque a esquerda não seria capaz de eleger seu sucessor.
Todos os malabarismos de nossa direita deram em fracasso e com a vitória projetada de Dilma cai por terra o último deles, a falta de projeto e a dependência mortal do carisma do presidente. Por que Lula pese - pesa e decide - nessas eleições, a vitória de Dilma abrirá um novo ciclo da esquerda brasileira, consolidando-se como alternativa e consolidando seu projeto. Eis o porquê do enorme desespero que leva a Folha a publicar pesquisas que maculam ainda mais sua credibilidade: ela precisa apostar todas as suas fichas, porque seu discurso foi rebaixado já nas primeiras rodadas do campeonato.
Na mais recente ainda deram 1% de vantagem ao tucano quando todos os demais institutos colocam Dilma com uma dianteira cada vez maior na intenção do eleitorado. Agora, o instituto Sensus acaba de publicar nova pesquisa, que confirmando as tendências, dá à Dilma mais de 41% das intenções de voto. Serra aparece 10 pontos atrás.
Por maior que sejam as margens de erro dos institutos de pesquisa, 10 pontos percentuais é ponto vencer campeonato de pontos corridos. Como o Datafolha ainda insiste em apresentar Serra à frente?
O que acontece nesta eleição, que talvez muita gente ainda não tenha percebido, é que a eleição de Dilma muda tudo. Primeiro, as elites não quiseram crer na vitória de Lula. Depois se dedicaram a duvidar de seu êxito. Uma vez que o governo Lula alcançou patamares inéditos de aprovação na história do país, devotaram esse êxito ao carisma do presidente, alardeando que não havia um projeto duradouro, chegaram a insinuar que Lula mudaria a constituição - como fez certo Fernando - pra disputar novamente a presidência, porque a esquerda não seria capaz de eleger seu sucessor.
Todos os malabarismos de nossa direita deram em fracasso e com a vitória projetada de Dilma cai por terra o último deles, a falta de projeto e a dependência mortal do carisma do presidente. Por que Lula pese - pesa e decide - nessas eleições, a vitória de Dilma abrirá um novo ciclo da esquerda brasileira, consolidando-se como alternativa e consolidando seu projeto. Eis o porquê do enorme desespero que leva a Folha a publicar pesquisas que maculam ainda mais sua credibilidade: ela precisa apostar todas as suas fichas, porque seu discurso foi rebaixado já nas primeiras rodadas do campeonato.
Serra sem palanque
Em blogues e sítios independentes de todo país a notícia é a mesma: ninguém quer José Serra. Nos santinhos, adesivos, carros e cartazes, candidatos desde deputado estadual até ao governo de muitos estados omitem intencionalmente seu candidato a presidente. Por quê, se pelas pesquisas do Datafolha ele tem um pontinho de folga sobre Dilma?
O grande problema de Serra – e o motivo pelo qual não o querem na foto – é que lhe falta um projeto, numa disputa que tudo indica será marcada pela avaliação de um projeto sólido que tem apresentado seus resultados e alcançado a aprovação popular com índices contundentes.
A campanha de Dilma, desde quando ela aparecia 10, 15 pontos atrás de seu oponente, nunca entrou em pânico. Todos sabiam que à medida em que os fatos fossem se desnudando e a população percebesse de que se trata a disputa, sua candidatura decolaria. E foi o que aconteceu. Quem hoje duvida de uma vitória de Dilma já no primeiro turno? Os aliados de Serra parecem ter certeza.
O grande problema de Serra – e o motivo pelo qual não o querem na foto – é que lhe falta um projeto, numa disputa que tudo indica será marcada pela avaliação de um projeto sólido que tem apresentado seus resultados e alcançado a aprovação popular com índices contundentes.
A campanha de Dilma, desde quando ela aparecia 10, 15 pontos atrás de seu oponente, nunca entrou em pânico. Todos sabiam que à medida em que os fatos fossem se desnudando e a população percebesse de que se trata a disputa, sua candidatura decolaria. E foi o que aconteceu. Quem hoje duvida de uma vitória de Dilma já no primeiro turno? Os aliados de Serra parecem ter certeza.
Dilma em Natal
A presença de Dilma em nossa capital, ontem, deu o tom que terá a campanha petista e dos aliados em todo país: muita animação, combatividade e politização.
A militância dos partidos e movimentos que compõem a base de sustentação do Governo Lula compareceu massivamente. Ainda antes da hora prevista, as 14h, muitos militantes já se encontravam no local.
Mais de uma centena de apoiadores de Geraldão do PT 1333 fez sua parte com muita energia. Tá mais que claro pra todos que pra que Dilma governo com sucesso, aprofundando as mudanças que Lula iniciou, é preciso termos mais que um deputado petista no RN. Precisamos de nova energia no Congresso pra aprofundar as mudanças.
A militância dos partidos e movimentos que compõem a base de sustentação do Governo Lula compareceu massivamente. Ainda antes da hora prevista, as 14h, muitos militantes já se encontravam no local.
Mais de uma centena de apoiadores de Geraldão do PT 1333 fez sua parte com muita energia. Tá mais que claro pra todos que pra que Dilma governo com sucesso, aprofundando as mudanças que Lula iniciou, é preciso termos mais que um deputado petista no RN. Precisamos de nova energia no Congresso pra aprofundar as mudanças.
A guerra dos números continua
Quem leu a postagem abaixo, sabe que quando de se trata dos números do governo Lula em comparação aos de FHC não muita margem de manobra pros tucanos. Os resultados econômico e sociais do Brasil nos últimos 8 anos não deixam dúvida sobre o êxito do governo petista e de aliados.
Sobrou aos desesperados – que já tentaram associar o PT ao narcotráfico e outras loucuras; leiam matéria de capa da Istoé desta semana – a disputa pelos números das pesquisas eleitorais. A tentativa é evitar o enterro precoce da candidatura de José Serra, dando-lhe ainda algum fôlego.
Só essa ação emergencial justifica que o Datafolha volte a se comprometer com a divulgação de nova pesquisa que vai na contramão de todos os instituto e do bom senso. Sobretudo se considerarmos que acaba de sair nova pesquisa Vox Populi que confirma Dilma disparando e Serra recuando.
O levantamento aponta Dilma com 41% das intenções de voto, contra 33% do tucano. Marina Silva, candidata do PV, tem 8%. Na sondagem anterior, divulgada no dia 29 de junho e que incluía 11 nomes, Dilma tinha 40% contra 35% de Serra e 8% de Marina.
Com margem de erro de 1,8%, o Vox Populi – que ao contrário do Datafolha pesquisa também domicílios rurais – confirma a tendência do eleitorado em associar Dilma a Lula e definir seu voto na candidata petista. Melhor pro Brasil.
Sobrou aos desesperados – que já tentaram associar o PT ao narcotráfico e outras loucuras; leiam matéria de capa da Istoé desta semana – a disputa pelos números das pesquisas eleitorais. A tentativa é evitar o enterro precoce da candidatura de José Serra, dando-lhe ainda algum fôlego.
Só essa ação emergencial justifica que o Datafolha volte a se comprometer com a divulgação de nova pesquisa que vai na contramão de todos os instituto e do bom senso. Sobretudo se considerarmos que acaba de sair nova pesquisa Vox Populi que confirma Dilma disparando e Serra recuando.
O levantamento aponta Dilma com 41% das intenções de voto, contra 33% do tucano. Marina Silva, candidata do PV, tem 8%. Na sondagem anterior, divulgada no dia 29 de junho e que incluía 11 nomes, Dilma tinha 40% contra 35% de Serra e 8% de Marina.
Com margem de erro de 1,8%, o Vox Populi – que ao contrário do Datafolha pesquisa também domicílios rurais – confirma a tendência do eleitorado em associar Dilma a Lula e definir seu voto na candidata petista. Melhor pro Brasil.
Acabar com a miséria no Brasil
Um dos 13 pontos que apresenta à sociedade a candidatura de Dilma é o fim da miséria no Brasil. O gráfico abaixo, produzido pelo sítio da Agência Carta Maior pode muito bem ilustrar a seriedade dessa proposta.Podemos ver claramente a grande diferença nos índices de miserabilidade do país se compararmos o períodos dos pouco mais de 2 anos de Itamar, dos 8 anos de FHC e do governo Lula, que entra em seus últimos meses.
Se Itamar e FHC conseguiram apresentar algum resultado na redução da miséria no Brasil, esse se limitou aos 2 primeiros anos de vigência do Plano Real. Nos 7 anos seguintes, a quantidade de brasileiros vivendo com menos que o mínimo necessário para a simples sobrevivência se manteve estável.
FHC praticamente administrou a miséria, mantendo-a num patamar quase inalterado, enquanto Lula - como demonstra o gráfico - conseguiu em seu governo reduzir pra praticamente a metade o contingente de brasileiros abaixo da linha da pobreza.
Foram ate então quase 8 anos de paulatina inclusão social através de programas sociais bem planejados e executados, através de uma política econômica que fortaleceu e fez crescer o país, investindo na indústria de base, infraestrutura e fomentando o mercado interno.
Os resultados incontestáveis do governo Lula dão ao PT, aos nossos aliados e à Dilma a autoridade política e histórica necessárias pra por o fim da miséria em pauta, incluindo-o em seu programa eleitoral. É a autoridade de quem já vem fazendo e continuará, cada mais forte.
Se Itamar e FHC conseguiram apresentar algum resultado na redução da miséria no Brasil, esse se limitou aos 2 primeiros anos de vigência do Plano Real. Nos 7 anos seguintes, a quantidade de brasileiros vivendo com menos que o mínimo necessário para a simples sobrevivência se manteve estável.
FHC praticamente administrou a miséria, mantendo-a num patamar quase inalterado, enquanto Lula - como demonstra o gráfico - conseguiu em seu governo reduzir pra praticamente a metade o contingente de brasileiros abaixo da linha da pobreza.
Foram ate então quase 8 anos de paulatina inclusão social através de programas sociais bem planejados e executados, através de uma política econômica que fortaleceu e fez crescer o país, investindo na indústria de base, infraestrutura e fomentando o mercado interno.
Os resultados incontestáveis do governo Lula dão ao PT, aos nossos aliados e à Dilma a autoridade política e histórica necessárias pra por o fim da miséria em pauta, incluindo-o em seu programa eleitoral. É a autoridade de quem já vem fazendo e continuará, cada mais forte.
Quem deve...
O que incomoda o Sr. José Serra
Repercutiu pela pátria a entrevista grosseira concedida pelo candidato tucano à Presidência da República, realizada ontem, na RBS de Porto Alegre. José Serra não respondeu a todas as perguntas, atacou as jornalistas e ficou descontrolado quando perguntado sobre o mensalão do DEM em Brasília e do PSDB em Minas.
Sem um programa de governo defensável, Serra se recusou até mesmo a dizer com clareza o que pensa das privatizações; resta-lhe apenas apelar à provocação e à calunia, como vemos na campanha financiada pelo PSDB de “queimação” na internet.
Mas a grande falha dessa estratégia começa a romper já agora: o candidato que atira as pedras é o mesmo que possui telhado de vidro, no dito popular. José Serra terá de contar enormemente com a conivência da grande imprensa servil, pra que perguntas como essa nunca sejam feitas ao vivo num grande jornal televisivo ou que cheguem a ter as respostas – ou a ausência delas – publicadas.
Voto aos 16
Últimos dias para tirar o título de eleitor
Caros amigos deste blog, como muitos de nós ainda lembram, o direito ao voto aos 16 e 17 anos foi uma importante conquista dos movimentos sociais – sobretudo juvenis – que lançaram ampla campanha por ocasião da Constituinte. Portanto, o voto aos 16 – além de uma possibilidade de ampliar a influência dos setores progressistas ampliando seu eleitorado – é o exercício legítimo e necessário de uma conquista que não se deu sem muita luta.
O último para jovens que completam 16 ou 17 anos até o dia 03 de outubro – para os quais o voto é facultativo – é o dia 5 de maio, próxima quarta-feira. A juventude petista e de outros partidos da base aliada, como também importantes entidades como a UNE e a UBES, organizam até quarta diversas mobilizações visando ampliar o número de jovens aptos a votar na próxima eleição.
A importância fundamental disso está no fato que em nossa sociedade o voto é o momento central da manifestação política individual, e um amplo contingente de jovens votando significa a ampliação do espaço desse segmento na política nacional. Portanto, tirar seu título é mais que fazer valer seu direito; é afirmar a presença e a importância políticas da juventude brasileira; é ocupar um espaço que a outras gerações de jovens custou muita luta.
PT com Iberê
PT manifesta amplo apoio à candidatura de Iberê ao Governo do RN
No último sábado, o Partido dos Trabalhadores manifestou de forma inequívoca sua decisão de apoiar a reeleição do pré-candidato Iberêao Governo do RN. Na ocasião, logo votação onde cerca de 98% dos delegados aprovaram o apoio petista, nosso candidato visitou o encontro e manifestou sua gratidão e suas intenções em relação ao novo projeto que se inicia.
Pra quem pode ouvir, fez toda diferença a declaração de Iberê de que não deseja o apoio do Partido apenas para a eleição ou para compôr espaços no governo. Ele disse que reconhece e tem grande desejo de contar com a enorme capacidade de formulação e promoção de políticas públicas que o PT detêm, valorizando a qualidade de nossos quadros e de nossa formulação política - essas riquezas sobrantes que são nosso vigor.
Manifestou ainda que um de seus dois votos ao Senado será para o candidato que o PT indicar e que seu palanque será o palanque o de Dilma no RN. Com isso, mais que coroar o debate que levou o PT a apoiar a reeleição do governador, o encontro demonstrou a vitalidade e prestígio de que o Partido goza. Para além das dificuldades e dos reveses, somos uma organização forte, detentora e promotora de um projeto nacional que vem mudando a face do Brasil e é mundialmente reconhecido. É com a força e autoridade de quem constrói um Brasil cada vez mais democrático, desenvolvido e justo que o PT entra nessa batalha. É essa força que nossa militância mostrará nas ruas até outubro, em todo país.
fotos do site do Mineiro
debate pelo futuro do PT
O debate deste sábado, com o tema Dilma 2010, organizado pela chapa Renovar pra Avançar dos diretórios municipal e estadual do PT, foi um grande êxito. Nossa militância mostrou todo seu valor e combatividade, demonstrando estar a altura da grande batalha que teremos ano que vem. Pra mim, foi especialmente importante, pois nela pude receber o apoio e entusiasmo dos companheiros ao dispor meu nome para a chapa de deputado federal do PT, na condição de pré-candidato, quando houve muitos aplausos dos companheiros presentes.
Acredito que o PT não pode “jogar pra empatar”, como bem disse o companheiro Mineiro. É com base nisso que me dispus a disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Somos um partido de grandes responsabilidades, e temos de estar a altura desses desafios.
Receber o apoio de diversos companheiros nos dá a certeza de estar no caminho certo. E não se trata apenas de receber o apoio, mas de compor. Quero ter como parceiros na construção desse projeto todos os companheiros que lá estiveram e mostraram seu apreço por nossa candidatura. Companheiros da CNB, PT Pela Base, ULR e AE, pra começar, são todos indispensáveis. Pretendo ouvir a todos e aproveitar ao máximo toda contribuição que possa receber, todo aprendizado que é possível quando se luta junto.
O debate de sábado foi um desses momentos em que a unidade partidária surge apontando o caminho da vitória. Que muitos outros o sucedam.
Juventude de olho em 2010
Encerrou-se ontem o seminário “Juventude e o Projeto Nacional”, realizado pelas juventudes partidários do campo aliado do governo Lula. Com participação destacada da JPT, o seminário aprovou um documento consensual que aponta os grandes avanços que as Políticas Públicas de Juventude obtiveram nos últimos anos.
A criação da Secretaria Nacional de Juventude e de seu Conselho Nacional tem papel de destaque nesses avanços, abrindo canais para que os jovens façam políticas públicas partindo de jovens. Os diversos seminários e conferências que já foram realizados corroboram com o aprofundamento da democracia e consolidação de nova geração de dirigentes em nosso país.
Berzoini esteve lá ontem, junto a outros dirigentes partidários, e declarou acertadamente que acha “extraordinário que a juventude dê esse exemplo de maturidade política e ao mesmo tempo de responsabilidade, porque nós sabemos que a esquerda sempre teve suas divergências, mas nesse momento em que a gente se prepara para enfrentar 2010, seis partidos conseguem discutir durante dois dias, as suas necessidades, as suas demandas na área da juventude para o Brasil”. E por aí que se constrói a vitória da esquerda em 2010.
Previdência Social - no caminho certo
Os dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílios) continuam a revelar os números da grande fase histórico que vive nosso país. Dessa vez são os números da previdência social o motivo pra comemorações. A política de inclusão do governo federal, além de gerar milhões de empregos, abriu caminho para que outros milhões de trabalhadores tivessem suas carteiras assinadas ou pudessem entrar no mundo da previdência, a exemplo das trabalhadoras domésticas.
O fato é que no governo Lula, a Previdência Social se abriu aos mais necessitados, corrigindo graves distorções históricos e abrindo o horizonte de um futuro melhor pra milhões de brasileiros. Isso por si só já serve pra demonstrar a enorme urgência da vitória petista nas eleições do ano que segue. Não é apenas um governo que está em disputa, é um projeto nacional soberano e popular que lutará nas urnas em 2010 por sua continuidade.
O número de contribuintes da Previdência Social cresceu 8,1% de 2007 para 2008, totalizando 55,3 milhões de trabalhadores, com a adesão de 4,1 milhões de novos segurados. A Previdência Social registrava no ano passado 43,5 milhões de carteiras assinadas no país e 11,8 milhões de recolhimentos individuais.
com informações ABr
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