Geólogo, Mestre em Gestão de empresas, botafoguense, palmeirense, esposo da Gerte Rídia e pai de Ana Paula, Letícia e Ramon. Após 32 anos como geofísico na Petrobras, dedico-me a uma paixão profissional que é a consultoria em GESTÃO DE PROJETOS. Aqui mostro o quanto minha experiência e formação profissional, aliadas às lições extraídas do livro "OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES" de Stephen Covey e da Fundação Franklin Covey ajudam organizações, empresas e pessoas a obter sucesso.
Acompanhado dos ministros Edison Lobão (Minas e Energia), Geddel Viera (Integração Nacional), do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, e da governadora Wilma de Faria, Lula foi recebido com muitos aplausos.Ele visitou as obras da Refinaria Potiguar Clara Camarão e acompanhou a assinatura de um termo de compromisso de ampliação da produção entre o governo do estado e a Petrobras.
Ao todo estão sendo investidos US$ 215 milhões (R$ 367,6 milhões). A idéia é que a Refinaria Potiguar Clara Camarão passe a produzir comercialmente gasolina automotiva e nafta petroquímica a partir de dezembro de 2010.
O deputado Fernando Mineiro esteve com o presidente Lula em Guamaré. "Esta é uma importante conquista para o RN", afirmou Mineiro.
Com a produção, a refinaria deixará o RN auto-suficiente em gasolina, alcançando a capacidade de 60 mil a 70 mil barris numa segunda etapa e de 100 mil a 120 mil no seu ápice. A primeira fase deve gerar 700 empregos diretos e até cinco mil indiretos nas indústrias satélites, bases, terminal e transporte.
juventude em debate e no embate
As ruas e a efervescência que vem de escolas e universidades desmentem essa falácia. Nossa juventude está cansada de ser o futuro da nação e busca cada vez mais exercer seu protagonismo no presente. Prova disso foi o grande encontro das juventudes populares e de esquerda no mês passado, cujo manifesto divulgamos neste blogue.Nesse contexto, é fundamental a leitura do artigo de Leopoldo Vieira, que li no blogue do Zé Dirceu e republico abaixo.
Já é lugar comum escutar que a candidatura da senadora Marina Silva traria prejuízos à da ministra Dilma, especialmente entre o eleitorado jovem, proliferando confusão e dissidência inclusive na juventude do seu ex-partido. Dizer que o ambientalismo arrebata a juventude de hoje, que é o grande tema abraçado pela atual geração está no mesmo nível de afirmar que a UNE atualmente é “raquítica de ideais”. Arrogância geracional e carência total de dados.
Para comprovar o que digo não é preciso sequer apelar ao PNAD. Pesquisa da “insuspeita” (1)” MTV Brasil, o 4º Dossiê Universo Jovem, que entrevistou 2.579 pessoas de 12 a 30 anos, das classes A, B e C (ou seja, de classe média), em 9 cidades brasileiras (2) , revelou que 17% conhecem e valorizam as causas ambientais; 26% têm informação, mas não estão dispostos a sacrifícios pessoais; 20%, não valorizam as causas ambientais e não pretendem fazer nada em favor do planeta; 21% não dominam o assunto; e 16% são resistentes à reciclagem, não se preocupam com o futuro e contribuem muito pouco para a defesa do planeta (3).
A pesquisa também mostrou que esses jovens acreditam que não jogar lixo no chão já é uma ação suficiente para evitar o aquecimento global, principal temor ambiental de 24% deles. Números que aparecem no estudo porque são frequentes no grande noticiário e se manifestam na pesquisa com as mesmas limitações de abordagem dos jornalões impressos, televisivos, radiofônicos ou virtuais. Para completar, “a Natureza” surge nas respostas depois de questões como a violência, o desemprego e as drogas.
Não resiste sequer ao Roda Viva, programa da TV Cultura de São Paulo, a identidade Marina Silva-juventude. Entrevistada, ela mostrou incoerência diante das câmeras ao fugir de temas polêmicos como a descriminalização do aborto, já que defende que os políticos "mostrem a cara", ficando parecida ao modelo de figuras públicas que critica. Sobre a maconha, colocou-se contra a legalização. Não são assuntos periféricos, estão na raiz do problema do trio violência-criminalidade-encarceramento e gravidez precoce indesejada. Respectivamente.
Embora saibamos que, segundo pesquisas recentes, os jovens "comuns" tenham posições conservadoras semelhantes as de seus pais, o que poderia levar a crer que a omissão sobre aborto e opinião contra a legalização da maconha a favoreceriam, até pela retórica religiosa, sabe-se que a maior parte dessa juventude, das classes D e E, é alcançada pelo ProJovem em suas 5 modalidades (Urbano, Adolescente, Campo, Trabalhador e Prisional) - que se alia ao crescimento da economia e produz primeiro emprego - pelo Bolsa-Família, ProUni, proliferação dos IFETs, ampliação das vagas nas IFES, cotas sócio-raciais.
Tudo isso não quer dizer que o ambientalismo e a ecologia não sejam temas da maior importância, mas é preciso desmistificar que estejam no centro da pauta da juventude brasileira e que Marina seja a portadora desse hipotético voto e dessa causa. Razões do prejuízo que a senadora em campanha causaria para a pré-candidata do PT.
O Governo do presidente Lula tem muito a mostrar na área ambiental. Na verdade, o maior feito de todos os tempos, com direito à inédita inclusão do assunto na agenda pública da nação. Não é à toa que a maioria das organizações juvenis ou de apoio à juventude que trata do meio ambiente e da ecologia é ligada, influenciada e referenciada no PT.
Então quando a propaganda política começar, com nomes e números, não haverá dúvida em quem votar em 2010, escolhendo entre Dilma e Marina. Mesmos números e nomes que elevarão ao extremo o entusiasmo da juventude do PT com nossa candidata ao Planalto. E para a vanguarda que luta pelas políticas públicas de juventude, tentando enfrentar os dilemas da condição juvenil brasileira, não resta dúvida: Marina, pelas opiniões e omissões, está do outro lado do nosso combate.
Duas outras fábulas juvenis
O “toque de mídia” que tenta dar vida à candidatura Marina Silva como portadora da “grande causa” juvenil, busca também disputar a referência crítica de parcela dos jovens de classe média enaltecendo personagens como o “velho comunista” Roberto Freire e o “ex-exilado” José Serra. Numa fórmula que os lança à Europa e suas coalizões de “verdes, pós-comunistas e social-democratas”. O “supra-sumo” da coerência, ética e combatividade. Exemplos jovens militantes.
Falsas idéias. Falsos ídolos
Serra era presidente da UNE quando desfechado o golpe militar. No comício da Central do Brasil foi mais radical que Arraes e Brizola na defesa do projeto do governo Jango. Depois do primeiro de abril, esteve na primeira delegação que fugiu do Brasil, abandonando seu mandato. Não teve absolutamente nada a ver com a resistência estudantil que se seguiria até o AI-5, nem com a adesão destes às epopéias da luta armada. Voltou só quando a oposição já poderia atuar em terreno tranquilo. Hoje, renega até a cooperação estratégica entre a UNE presidida por ele e as reformas de base, numa declaração infeliz contra a direção da entidade dos dias de hoje, na qual afirmou que no seu tempo se era independente. Uma mentira casuísta, brilhantemente desmontada pelo professor Emir Sader, no artigo Duas Trajetórias Distintas.
Roberto Freire foi aprovado pelo SNI em 1970, no horror do AI-5, quando a esquerda, especialmente os jovens, estavam na cadeia sendo torturados e assassinados, foi nomeado pelo mais feroz dos ditadores, Médici, procurador do Incra. O jovem advogado pernambucano Roberto João Pereira Freire tinha de 28 anos. Ele não era um qualquer, tal qual a função que recebeu, pois era militante do PCB desde o tempo de faculdade. Ele se formou aos 24 anos pela UFPE.
É, por isso, pertinente a pergunta do jornalista Sebastião Nery, no artigo A Estranha História de Roberto Freire, de Carta O Berro: “Será que os comandantes do IV Exército e os generais Golbery (governo Castelo), Médici (governo Costa e Silva) e Fontoura (governo Médici), que chefiaram o SNI de 64 a 74, eram tão debilóides a ponto de nomearem procurador do Incra, o órgão nacional encarregado de impedir a reforma agrária, exatamente um conhecido dirigente universitário comunista e aliado do heróico Francisco Julião nas revolucionárias Ligas Camponesas?”
A menção a qualquer liderança do DEM só nos remeteria à Arena Jovem ou a “playboys” sem história, que iniciaram sua vida pública por impulso de seus pais ou avós visando a renovação oligáquica. Aécio, embora não seja oligarca, é este segundo caso, forçando a todo custo a idéia de que seria o governo que seu avô Tancredo não pode realizar. Outro “toque de mídia”.
(1) Insuspeita de ser a tradutora da linha demo-tucana para a juventude classe média, ligada que é, no país, ao grupo Abril, o mesmo da Revista Veja. Em 2006, a MTV Brasil lançou a vergonhosa campanha dos Tomates, onde desestimulava o voto juvenil e o alistamento eleitoral facultativo aos 16 anos.
(2) As cidades foram Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Salvador, São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e Recife.
(3) Seguindo seu estilo “Superinteressante”, o Dossiê classifica a juventude na ridícula nas seguintes categorias: : comprometidos, teóricos, refratários, intuitivos e ecoalienados.
Leopoldo Vieira é autor do blog Juventude em Pauta!
cresce o emprego com carteira assinada
Há de se investir ainda mais pesado na indústria de base, pois o crescimento industrial – e já ficou provado – acarreta em crescimento nos demais segmentos.
Mas também há de se investir em tecnologia. Um bom caminho é atual expansão da rede de escolas técnicas e tecnológicas. Porque os grandes desafios de nossa nação requerem mais ocupação da mão-de-obra (apesar disto já ser um gigantesco avanço ante a destruição nacional que vivemos na década de 90); precisamos agregar valor ao trabalho brasileiro.
Vejamos o exemplo da Petrobrás. Líder mundial no segmento, abriu novas dimensões à produção petrolífera e ao futuro energético do Brasil, através da exploração em águas profundas. Quanta pesquisa, quanto trabalho da mais alta sofisticação científica e tecnológica foi necessário pra se chegar a este patamar? Esse é o exemplo que o Brasil deve seguir.
ASSUNTO ENCERRADO?
Os especialistas na área e os que pensam a energia como um bem público não podem ficar omissos e aceitar passivamente esta situação.
O Professor Ildo Sauer (USP), ex-diretor da Petrobras e o prof. Luís Pinguelli Rosa defendem desde a elaboração do programa de governo LULA em 2002 uma reforma no modelo elétrico que rompa com o modelo neoliberal e implemente um sistema seguro e cuja gestão e supervisão sejam eficazes.
A sociedade está a exigir respostas convincentes.
A realidade está dando razão aos que assim pensam. Sem negar os investimentos feitos pelo governo, sem politizar a questão para desgastar o governo e fazer palanque anti-Dilma, precisamos repensar e remodelar este modelo de ver a energia como mercadoria.
No Brasil, são cada vez menos numerosos os miseráveis, que saem paulatinamente da vergonhosa linha de pobreza que se agigantava por séculos em nossa pátria. Com Lula, milhões de brasileiros ascendem à classe média e outros milhões saem da indigência pra ingressar no mercado de trabalho formal.
São dessas coisas fantásticas que todo o mundo vê, noticia e sabe, mas só na imprensa brasileira não repercute. Há na imprensa brasileira uma grande - e fracassada - torcida pra que dê tudo errado.
Petrobras é a 3ª maior empresa das Américas
A Petrobras é a terceira maior empresa entre todas as companhias das Américas, com valor de mercado de US$ 207,9 bilhões, segundo estudo divulgado hoje pela consultoria Economatica. No fim de 2002, início do governo Lula, a petrolífera ocupava a 121ª colocação, com valor de mercado de US$ 15,4 bilhões. Nesse intervalo, a Petrobras subiu 118 posições e teve um crescimento de US$ 192,5 bilhões em seu valor.
Dentro do período estudado, entre 31 dezembro de 2002 e 9 de novembro 2009, a estatal brasileira conseguiu ficar na segunda colocação entre as americanas em sete oportunidades. Nos dias 21 e 22 de maio do ano passado, a Petrobras atingiu seu maior valor de mercado histórico, com US$ 309,5 bilhões, o que a colocou na segunda colocação, atrás somente da Exxon.
No fim de 2002, a Vale, outra gigante brasileira, tinha valor de mercado de US$ 11 bilhões e ocupava a 153ª posição entre as empresas. Hoje, a mineradora ocupa a 15ª colocação, com valor de mercado de US$ 141,9 bilhões. No período pesquisado, a Vale subiu 139 posições, com crescimento de 130,9 bilhões. Atualmente, a empresa com maior valor de mercado no ranking é a Exxon, com US$ 345,8 bilhões, seguida pela Microsoft, com US$ 257,4 bilhões
debate pelo futuro do PT
Acredito que o PT não pode “jogar pra empatar”, como bem disse o companheiro Mineiro. É com base nisso que me dispus a disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Somos um partido de grandes responsabilidades, e temos de estar a altura desses desafios.
Receber o apoio de diversos companheiros nos dá a certeza de estar no caminho certo. E não se trata apenas de receber o apoio, mas de compor. Quero ter como parceiros na construção desse projeto todos os companheiros que lá estiveram e mostraram seu apreço por nossa candidatura. Companheiros da CNB, PT Pela Base, ULR e AE, pra começar, são todos indispensáveis. Pretendo ouvir a todos e aproveitar ao máximo toda contribuição que possa receber, todo aprendizado que é possível quando se luta junto.
O debate de sábado foi um desses momentos em que a unidade partidária surge apontando o caminho da vitória. Que muitos outros o sucedam.
Renda subiu para 18 milhões de pessoas de 2004 a 2008
A população brasileira começou a ascender para faixas de renda per capita mais altas a partir de 2004, em um movimento que não se observava desde a década de 1980. Segundo informou hoje o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 7 milhões de pessoas ingressaram na faixa de renda média, que considera uma renda mensal per capita de R$ 188 a R$ 465, entre 2004 e 2008. Outros 11,6 milhões de indivíduos chegaram ao estrato superior de renda (renda per capita maior que R$ 465 por mês) no mesmo período. Considerando o ingresso nas faixas média e superior, o aumento de renda per capita atingiu 18,6 milhões de pessoas.
Em contrapartida, a faixa de renda baixa, inferior a R$ 188 por indivíduo, perdeu 11,7 milhões de pessoas. No período, o aumento da população brasileira foi de 6,9 milhões de pessoas. "Há sinais da volta da mobilidade social no País, o que não se via até a década de 90", afirmou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.
O estudo do Ipea, que usa como base a Pesquisa Nacional de Domicílios (Pnad) de 2008, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que, com as mudanças, a participação relativa das camadas de renda evoluiu. Em 2008, a faixa mais baixa de renda representava 26% da população, uma fatia menor que a observada em 2005, de 32%. Já a faixa de renda média respondia por 37,4% em 2008, ante 34,9% em 2004. O grupo de renda superior cresceu de 31,5% em 2004 para 36,6% no ano passado.
O Ipea destacou que o grupo com maior renda per capita vinha registrando declínio em sua participação relativa entre os anos de 1998 e 2004, oscilando de 35,3% para 31,5%.
As faixas de renda estabelecidas pelo estudo, embora baixas, refletem a média de renda da população. Pochmann explicou que, para fazer o estudo, o Ipea dividiu a população brasileira em 2001 em três grupos iguais e calculou a média de renda per capita em cada um desses grupos. Para atualizar os valores, o Ipea utilizou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Natalidade
De acordo com o Ipea, os avanços de renda per capita podem ser explicados em parte pela redução da taxa de natalidade média das famílias. Com menos filhos, a renda naturalmente cresce. Em 1992, segundo Pochmann, a taxa de natalidade média no Brasil era de 2,8 filhos. Em 2008, ela caiu para 1,8 filhos. Se forem consideradas apenas as mulheres brancas com maior grau de escolaridade, a natalidade é ainda menor, de 0,9 filho.
Pochmann destacou ainda outras explicações para a melhora da renda. O crescimento econômico e o dinamismo do mercado de trabalho justificam, segundo ele, a mobilidade social. Isso fica claro quando se observa o perfil dos indivíduos que tiveram alguma ascensão de renda. Entre 2001 e 2008, 19,5 milhões de brasileiros (11,7% da população) registraram elevação real em seu rendimento individual superior à evolução da renda per capita nacional, que foi de 19,8% no período.
Nesse grupo, os que têm carteira assinada foram os que mais evoluíram, o que confirma a tese de que o emprego contribuiu para a melhora da renda. Segundo o Ipea, dos 13,5 milhões de indivíduos que migraram do estrato inferior para o médio, 55,5% são ocupados (incluindo empregos formais, informais e por conta própria). Já no grupo de 6 milhões de pessoas que evoluíram para a faixa superior, 69,7% estão na categoria de ocupados.
RENOVAR PRA AVANÇAR debate Dilma 2010
O evento é realizado pela Chapa Renovar pra Avançar, que disputa em Natal a presidência municipal do Partido com o companheiro Lucena e representa na chapa diversas correntes, entre elas a CNB, ULR, BS e AE. Estão todos convidados.
Lula é o estadista do ano
O Brasil – no governo Lula – acentuou o importância de presença internacional com uma atuação corajosa, coerente e muito eficiente. Tornou-se um líder mundial, aglutinando países até então desprestigiados no cenário global, articulando-os e dando-lhes um destaque inédito na história diplomática.
Essa atuação foi muito clara e seus efeitos visíveis. O governo de Lula forçou mudanças nos cenário político mundial, gerando abertura e diálogo; combatendo barreiras ao desenvolvimento dos “países em desenvolvimento”, atuando contundentemente contra draconianas barreiras comerciais que perpetuam a desigualdade.
Mesmo no caso de Honduras, o Brasil foi determinante. Analistas deslumbrados com os EUA – sempre a postos pra enaltecer a superioridade do império ante a colônia – entraram em êxtase com o acordo articulado por americanos em Honduras. Esquecem-se que sem a participação efetiva do Brasil e sua posição firme em defesa da democracia, nada disso teria acontecido. Todos nós sabemos como a inteligência americana trataria do assunto sem a clara pressão brasileira. Mas todos também sabemos que o que falta a estes analista não é discernimento, mas sim algo eles nunca tiveram...
