Geólogo, Mestre em Gestão de empresas, botafoguense, palmeirense, esposo da Gerte Rídia e pai de Ana Paula, Letícia e Ramon. Após 32 anos como geofísico na Petrobras, dedico-me a uma paixão profissional que é a consultoria em GESTÃO DE PROJETOS. Aqui mostro o quanto minha experiência e formação profissional, aliadas às lições extraídas do livro "OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES" de Stephen Covey e da Fundação Franklin Covey ajudam organizações, empresas e pessoas a obter sucesso.
UFA!!! ENCERRA-SE 2008. FELIZ 2009!
um ano de muito trabalho, poucos avanços, mas que nos faz esperançosos.
Para nós do PT-RN o ano iniciou com uma trabalheira medonha oriunda dos questionamentos irresponsáveis sobre a lisura do Processo de Eleições Diretas, feitos pelos perdedores que não sabem perder, passou por um abril onde esperávamos as prévias do PT para um maio onde a pressão dos aliados nos fez escolher o CAPRICHOSO em detrimento do GARANTIDO e facilitamos a vitória da borboleta.
Ufa! Que processo penoso. Como perderam o PED, perderiam nas prévias, se houve por bem fazer os caprichos através de Brasília; Então, constrangidos, tínhamos duas alternativas: aceitar ao consenso dentre os aliados ou aventurar. Confesso que fui tomado de um estranho conservadorismo e colaborei para que rasgássemos nossas regras.
Veio a campanha eleitoral e com ela a agonia. A aliança proporcional, a tortura pol[itica da convenção, as dificuldades de estartar a campanha, a vinda de Lula. Ah! a panacéia eleitoral que seria a vinda de Lula. Seria.
E veio a crise financeira Internacional, e a eleição de Obama (que comemorei), e as eleições do Chico em Parelhas, do Ivan em Assu, do Leonardo em Ipanguassu, do Eider no Alto, do Salomão em Janduís (na torcida para o Braga ser o presidente da Câmara Municipal) e Antônio Martins. Também vieram as eleições dos vereadores como o Ivanildo (Caraúbas), o Francenílson (Ielmo Marinho), o Eraldo(SG do Amarante), a Lívia (Rafael Fernandes), a Lucélia (Patu), o Marcelino (Paraú) e outros tantos companheiros.
Com o resultado estadual (do qual não podemos nos alegrar) aumentamos o número de vereadores e prefeitos, agora é governar!
Lula com 80% de popularidade, o Brasil crescendo 6,2% ao ano. Vamos enfrentar esta crise e nos posicionar melhor no cenário mundial.
Também consegui concluir a minha tese de mestrado, uma vitória, agora é partir para novos desafios.
E que eles venham em 2009! Pode vir quente que eu estou fervendo!
Lisboa: Política e Poesia
Diz a wikipedia:
Manuel Alegre de Melo Duarte é um poeta e político português, deputado pelo Partido Socialista (PS) foi candidato a presidente em 2006 e obteve 20,72%.
Foi opositor do regime salazarista e esteve exilado na Argélia durante o período Estado Novo. É membro destacado do Partido Socialista português, partido do qual foi fundador e Vice-Presidente e pelo qual é deputado na Assembleia da República.
Paralelamente à carreira política, produziu larga obra literária que lhe conferiu notoriedade tanto nos meios académicos como nos meios populares. Destaca-se sobretudo a sua obra poética.
Recebeu numerosos prémios literários e o Prémio Pessoa em 1999. Em 2005 é académico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.
Também recebeu o primeiro prémio do Festival RTP da Canção, com seu poema Uma flor de verde pinho, musicada por José Niza e cantada por Carlos do Carmo, vencendo canções de Ary dos Santos.
Foi Secretário de Estado da Comunicação Social e Porta Voz do 1.º Governo Constitucional. Concorreu em 2004 às eleições internas para Secretário-Geral do PS, tendo perdido para José Sócrates.
Em Setembro de 2005 anunciou a sua candidatura às eleições para a Presidência da República realizadas em 22 de Janeiro de 2006. Alegre obteve 20,72% dos votos, não conseguindo evitar a vitória à primeira volta de Cavaco Silva, mas conseguindo um resultado superior ao de Mário Soares, candidato oficial do Partido Socialista.
Após as eleições, formou um movimento cívico, denominado Movimento de Intervenção e Cidadania.
Compartilho versos do poema NAVEGAR OUTRA VEZ
Sei que cheguei a um lugar
para ser novamente nomeado
como se este fosse o mar
nunca antes navegado
Como se um vulcão rompesse
se súbito na palavra
e o poema se escrevesse
a fogo e lava
Repercussões
Coluna de Marco aurélio Sá - Jornal de hoje 12/12/2008
http://www.jornaldehoje.com.br/novo/navegacao/ver_colunas.php?id_cc=2587
Coluna do Roberto Guedes
http://www.nominuto.com/colunas/roberto_guedes/garibaldi_ve_crescimento_da_candidatura_de_rosalba_/31483/
Agradeçoa a ambos a divulgação
Compartilhando uma Vitória
Caros amigos leitores,
Escrevo esta mensagem para compartilhar eao mesmo tempo agradecer a oportunidade de realizar o evento nesta segunda-feira (15/12) às 11:00 h da manhã em Lisboa, no INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA (ISCTE)-Business School órgão vinculado ao Ministério da Educação de Portugal, onde defendi minha tese de mestrado, obtendo o grau máximo de aprovação pela unanimidade do júri composto por dois PÓS-DOUTORES EM GESTÃO DO ISCTE E POR UMA PÓS-DOUTORA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA, com o seguinte escopo :
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E O ALINHAMENTO DE UMA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA: O CASO POTIGÁS.
O estudo foi elaborado nos anos de 2007 e 2008 e analisa nas restrições a que estão sujeitas as sociedades de economia mista, como a organização consegue criar práticas de gestão que a tornam competitiva frente a outras empresas do setor, conduzindo seu planejamento estratégico de forma que seja um plano unificado, compreensível e integral, relatando respostas aos desafios do ambiente em que atua.
A relevância do estudo é compreender a gestão de uma determinada sociedade de economia mista que apesar de buscar a competitividade em um mercado em constante evolução tem que atender demandas específicas das políticas governamentais, acorde ao seu caráter de integrante da administração pública indireta, gerando com isso uma necessidade de entendimento mais amplo da conciliação destes interesses nas práticas de gestão.
O tema toma corpo a partir da crise econômica internacional e da necessidade da presença do estado na economia, não só como fiscal-regulador, mas também como agente econômico, no caso estudado o estado é sócio, tanto pelo ente estadual (Governo do Rio Grande do Norte), como pelo ente Petrobras (que além de acionistas privados possui o Governo Federal como seu maior acionista).
Agradeço a todos os colaboradores da Potigás, aos gerentes e aos Diretores Joaquim Tomaz e Nelson Freire, bem como à Gaspetro e ao Governo do estado do Rio Grande do Norte que me permitiram concluir esta empreitada.
10 ANOS DO NOBEL A SARAMAGO

Também neste 10 de dezembro (puxa, não sabia que tinha nascido num dia tão importante!) completaram-se 10 anos do prêmio Nobel dado a José Saramago.
Sua biografia, por si só me inspira e leva a admirá-lo.
Sua página de internat pode ser acessada em http://www.caleida.pt/saramago,
onde consta sua biografia:
José Saramago nasceu na aldeia ribatejana de Azinhaga, concelho de Golegã, no dia 16 de Novembro de 1922, embora o registo oficial mencione o dia 18. Seus pais emigraram para Lisboa quando ele ainda não perfizera três anos de idade. Toda a sua vida tem decorrido na capital, embora até ao princípio da idade madura tivessem sido numerosas e às vezes prolongadas as suas estadas na aldeia natal. Fez estudos secundários (liceal e técnico) que não pôde continuar por dificuldades económicas.
No seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico, tendo depois exercido diversas outras profissões, a saber: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, editor, tradutor, jornalista. Publicou o seu primeiro livro, um romance ("Terra do Pecado"), em 1947, tendo estado depois sem publicar até 1966. Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na Revista "Seara Nova".
Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do Jornal "Diário de Lisboa" onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante alguns meses, o suplemento cultural daquele vespertino. Pertenceu à primeira Direcção da Associação Portuguesa de Escritores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do "Diário de Notícias". Desde 1976 vive exclusivamente do seu trabalho literário.
ELE É A CARA DA INTELECTUALIDADE DE ESQUERDA CONTEMPORÂNEA!
VIVA SARAMAGO
ps: Estou lendo nas horas vagas e indico A VIAGEM DO ELEFANTE.
47 ANOS DE IDADE
Cedo me ensinaram o hino nacional e sua principal estrofe: VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA. Também cedo me ensinaram as diabruras da direita golpista e a necessidade de não baixar a cabeça. Sou-lhes muito grato.
Neste 2008 passei meu aniversário de 47 anos em Portugal, mais precisamente viajando, saí do Brasil às 3h da manhã e cheguei aqui às 14h (10 da manhã em Natal). Deixei as bagagens no Hotel e fui direto para o ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), onde concluo meu mestrado, permanecendo lá até às 18 h na Biblioteca.
Na próxima segunda-feira 15/12/2008, às 11h da manhã, no auditório C-102 defenderei minha tese para obtenção do grau de mestre intitulada: "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E O ALINHAMENTO DE UMA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA: O CASO POTIGÁS."
Só pude dar este passo depois que mudou o governo brasileiro, antes tentei mas os neoliberais vetaram minha proposta de tese em 1998 sobre geofísica de reservatório. Com o governo LULA pude então alçar a condição de gestor de uma pequena coligada da gigante Petrobras (a qual, com muito orgulho, sirvo desde 1985).
Completo 47 de anos de luta, resistência e expectativas, como a da próxima segunda -feira. Mais de 50 telefonemas sem resposta (é muito caro!), 40 mensagens de orkut e outras tantas de e-mail, obrigado aos amigos.
Espero voltar vitorioso desta batalha de Lisboa.
60 ANOS DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS
publico o preâmbulo
Preâmbulo
- Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
- Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos humanos conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração humanos;
- Considerando que é essencial a protecção dos direitos humanos através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
- Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
- Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais humanos, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;
- Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais;
- Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:
A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos humanos
como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.
Artigo 1°
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
Não deu na mídia antipetista
"O Brasil construiu uma das economias mais verdes do mundo" diz o Secretário Geral da Mundo.
Em seu discurso na abertura da fase ministerial do encontro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas em Poznan, na Polônia, nesta quinta-feira, o secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, citou o Brasil como um dos exemplos da "economia verde" que o resto do planeta precisa seguir. "O Brasil construiu uma das economias mais verdes do mundo, criando milhões de empregos neste processo", disse.
- Começa hoje etapa decisiva de conferência sobre clima
- Minc anuncia ação para fomentar tecnologia verde
- Entenda a reunião sobre clima da ONU na Polônia
Além do representante máximo da ONU, líderes de 61 países discursam no plenário, antes do início das negociações que vão encerrar o encontro deste ano, na sexta-feira.
Moon fez um apelo para que a crise econômica mundial não impeça avanços no combate ao problema.
"Sim, a crise é grave. Mas quando o assunto é mudança climática, as apostas são mais altas. A crise climática afeta o nosso potencial de prosperidade e a vida das pessoas, tanto agora quanto no futuro", disse Moon.
Guinada política
A crise econômica e os temores de uma recessão profunda e prolongada levaram a mudanças no discurso de países como a Alemanha, vista tradicionalmente como um dos mais ambiciosos na redução de emissões de gás carbônico (CO2).
Ao mesmo tempo em que os ministros se reúnem na Polônia, em Bruxelas os chefes de Estado da União Européia (UE) devem concluir suas propostas de políticas de energia e climática, e um dos pontos mais polêmicos são as metas de redução de emissões.
As decisões tomadas em Bruxelas devem ter um impacto direto sobre as negociações em Poznan, já que a liderança da UE é considerada fundamental, em um momento de crise econômica e em que os Estados Unidos estão à espera da posse do presidente eleito Barack Obama.
O próprio Ban Ki-moon, em seu discurso, ressaltou a importância da liderança americana e européia na fase que o mundo atravessa.
"O que precisamos agora é de liderança", afirmou o sul-coreano, lembrando que Obama prometeu em sua campanha priorizar o meio ambiente, o desenvolvimento limpo e as energias alternativas no seu governo.
A reunião da ONU sobre mudanças climáticas termina na sexta-feira e é considerada o meio do caminho para um acordo que substitua o Protocolo de Kyoto.
No encontro do ano passado, em Bali, líderes de quase 200 países aceitaram o ano de 2009 como prazo para fechar um novo tratado de redução de emissões.
Desde então, os países envolvidos apresentaram propostas para o acordo, que vêm sendo avaliadas na reunião da Polônia.
Extraído de http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2008/12/11/brasil+e+exemplo+de+economia+verde+diz+ban+ki+moon+3204575.html
Genoíno: A CRISE TEM TORCIDA
Reproduzo Artigo do Companheiro Deputado José Genoíno (PT-SP)
A crise tem torcida
Nos últimos dias, em duas ocasiões, foram divulgados números que surpreenderam a todos.
A pesquisa do Instituto Datafolha, publicada dia 5, apontou um novo recorde na aprovação do presidente Lula. Ele foi considerado “ótimo ou bom por 70% dos brasileiros, maior aprovação de um presidente desde 1990, no período da redemocratização.” O estudo também destacou um crescimento da avaliação positiva do Presidente Lula na região Sudeste e na região Sul e entre os mais jovens e os mais escolarizados. Ainda segundo o Datafolha, 78% dos entrevistados crêem que sua vida será melhor no ano que vem e para 65% do total, o Brasil também vai melhorar.
Na terça-feira (9), o IBGE anunciou o aumento de 6,3% no Produto Interno Bruto (PIB). Foi a maior taxa acumulada em 12 meses desde o início da série, em 1996. No trimestre, o crescimento do PIB foi de 6,8%. Índice acima de todas as expectativas.
É evidente que estes dados guardam relação entre si. O recorde de aprovação do governo e de Lula é uma das conseqüências das mudanças implantadas a partir de 2002.
Temos reafirmado constantemente nossa convicção que o Governo Lula interrompeu a agenda neoliberal que vinha sendo imposta no Brasil, transformando o Estado de um ente passivo em um agente ativo, indutor e definidor do desenvolvimento e de políticas públicas inclusivas e poderosas. Foi este movimento que criou condições para o crescimento e trouxe robustez à nossa economia.
Mas, enquanto o Brasil colhe frutos por ter rompido com os fundamentos neoliberais, as economias mais ricas do planeta começam a sofrer as conseqüências pelo colapso destes mesmos princípios. A crise coloca em xeque os pressupostos do modelo neoliberal, do Estado Mínimo, da desregulamentação e da globalização, como valor em si. Mesmo o corte de gastos públicos até então propagado e altamente defendido, está em xeque.
É claro que a economia brasileira esta integrada ao mundo e uma crise desta magnitude deverá ser sentida por nós. Mas a diferença é que agora o Brasil é outro!
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Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, num artigo publicado antes da divulgação do crescimento do PIB, diz que “o Brasil entrou na atual crise bem preparado para enfrentar as turbulências. Nas anteriores, pela falta de dólares, o país era sempre um dos primeiros a quebrar e a correr para o pronto-socorro do FMI. Desta vez, então, o país não vai quebrar. Concordo com essa avaliação dos economistas, uma excelente notícia”.
O jornal O Valor Econômico publicou uma pesquisa realizada pela Fiesp com 1.205 empresas entre 1º e 20 de novembro, mostrando que a maioria das indústrias paulistas é otimista em relação a 2009. “Conforme o estudo, 39% dos entrevistados acreditam que as vendas crescerão em relação a 2008 e 36% prevêem repetir o bom resultado deste ano. Ou seja, para 75% dos empresários da indústria paulista as perspectivas para o próximo ano são muito boas. Só 22% projeta queda em relação a este ano. No quesito emprego, 20% prevêem contratar mais, 55% esperam manter o quadro de funcionários e apenas 24% prevêem cortes.”
No mesmo jornal, Mauro Leos, analista da Moody’s (uma das três maiores agências de classificação de risco de crédito e a única que ainda considera a dívida do governo federal do Brasil como investimento especulativo), diz: “o Brasil não está em crise e a qualidade de crédito do governo brasileiro não piorou. É uma boa notícia e mostra que o país realmente passou por mudanças importantes nos últimos anos. Antes, uma desvalorização cambial sempre trazia problemas para o crédito do governo”, conta.
Um estudo divulgado pela consultoria britânica CEBR (Centro para Pesquisas Econômicas e de Negócios) revela que a crise econômica global pode elevar a economia brasileira da décima para a oitava posição no ranking das maiores economias do mundo. Pois, “o Brasil deverá crescer acima da média mundial e está menos exposto à crise do que em ocasiões anteriores. O CEBR prevê ainda uma queda ligeira do PIB brasileiro entre 2008 e 2009 em dólares (de US$ 1,7 trilhão para US$ 1,6 trilhão), mas ainda assim bem menor do que a maioria das principais economias globais.”
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Ao contrário dessas opiniões, pesquisas e estudos, o sentimento da oposição e de um setor da mídia é de torcida para que a crise “quebre” o Brasil. Se não, como explicar tais manchetes: “Ainda sem o impacto da crise, PIB cresce no terceiro trimestre”, “Crise freia o País no auge do seu crescimento”, “Antes da crise, a economia cresce 6,8%”?
Uma nota na coluna Toda Mídia, do jornal Folha de S.P. do último dia 3, informava que o jornal inglês Financial Times (que também diz que o Brasil sairá ileso da crise) fez uma reportagem sobre a avaliação da CBI, a CNI britânica, de que a "mídia ajudou a aprofundar a crise". A entidade cobrou a PCC, comissão de reclamos sobre imprensa, por não agir contra "manchetes descuidadas". "Rumores sem base foram espalhados sobre instituições", usando "linguagem melodramática, declarações sem fonte definida e sugestões de que problemas de uma instituição estariam passando para outras". Em suma, para a CBI, o "gerenciamento da crise ficou mais difícil por causa das mudanças no setor de mídia". Talvez seja este o objetivo daquelas manchetes...
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Para nós, o importante agora, mais do que sair em busca de pressupostos culpados por uma crise que ainda não mostrou seu alcance, é a percepção das grandes mudanças que aconteceram no Brasil e das que estão acontecendo no mundo. Do colapso dos pressupostos neoliberais e de suas implicações ideológicas e estratégicas na disputa pela hegemonia, ainda teremos muito a debater. Na verdade, este será o verdadeiro debate a partir de agora.
O papel imediato do PT é ajudar o governo na condução do país. Serão dois anos de muita briga e, como vimos, ninguém está brincando. Temos de trabalhar muito para enfrentar os reflexos da crise internacional no Brasil, garantindo o crescimento, os programas prioritários, as políticas sociais de distribuição de renda e de inclusão social. Também temos que batalhar para, ao mesmo tempo, fazer nossa parte na sustentação política do Governo Lula no Congresso Nacional, aprovando, como já fizemos, as medidas necessárias para administrar e governar a crise. Nossa unidade e firmeza na defesa das políticas adotadas pelo governo Lula é fundamental para que possamos construir a vitória e a consolidação do nosso projeto de um país soberano, democrático e justo.
Abraços
Genoino
A LUCIDEZ DO SAMURAI

"A eleição de 2010 será a eleição das nossas vidas".
Com esta frase José Dirceu, um dos maiores expoentes da CNB e do PT deu o tom do debate sobre a conjuntura nacional.
Com a clareza de quem ocupa um espaço na linha de frente da luta política há 40 anos, Dirceu mostrou que achávamos que seria em 2002 o mais importante processo eleitoral, pois elegemos LULA presidente. O primeiro operário, com o primeiro partido operário a chegar à presidencia do Brasil, com o rico processo daquele ano, culminando 22 anos de construção.
Depois pensamos que seria em 2006 pois mostraria a capacidade de LULA e do PT em superar a maior crise de nossa história e o cerco sem tréguas que nos foi imposto pela mídia golpista.
Mas é a sucessão de LULA que mostrará a disposição da população brasileira para dar continuidade ao processo iniciado em 2002 ou o retrocesso. Por isso, ampliar o espaço petista, buscar a consolidação do bloco PT-PSB-PCdoB-PDT agregando o PMDB como um dos pilares principais, nos possibilitará escrevermos nas páginas da história a continuidade rumo ao socialismo.
Zé Dirceu segue sempre com a lucidez e a firmeza peculiares. Estava alegre e nem falou em continuar a campanha pela anistia de sua condenável condenação política sem provas.
Caberá a todos nós, petistas ou não, que lutamos por democracia e pelo estado de direito, resgatarmos a cidadania deste histórico personagem da esquerda brasileira.
Axé Samurai José Dirceu
CAPACIDADE DE CRIAR E RECRIAR
http://www.construindoumnovobrasil.com.br/site/default.asp
Um encontro com 280 participantes de 26 estados da Federação.
Na abertura a ministra e pré-pré candidata a ser a primeira presidenta Dilma Roussef expôs as ações do governo LULA e o enfrentamento da crise econômica global, O painel de conjuntura nacional mostrou exposições de Berzoini e José Dirceu, que opinaram que o enfrentamento POLÍTICO DA CRISE FINANCEIRA será um elemento decisivo para o próximo embate eleitoral em 2010.
No debate sobre o próximo Processo de Eleições Diretas do PT (PED), onde os militantes votam e decidem as direções do PT em todos os níveis, nosso campo de idéias defenderá um debate programático. Diz o nosso site: " A CNB deve aproveitar o PED 2009 e o processo do 4º Congresso Nacional para aprofundar o debate programático em torno das políticas que estão mudando o país, definir tarefas organizativas e avançar na construção da unidade partidária com vistas às eleições de 2010."
No encerramento, um painel com Luiz Dulci, Berzoini e Gilberto Carvalho debateu as tarefas eleitorais, a relação com os movimentos sociais e a elaboração do programa para o próximo período.
Nestes três dias, a CNB mostrou a capacidade deste campo de se regenerar, criar e recriar idéias a partir da prática e da ação coletiva, como nos ensinava Paulo Freire.